10 de abril de 2012
22 de maio de 2011
A Velha Casa Branca
Ainda tenho memória do monte assim, sem estrada. Também me lembro ainda como era quando não havia luz eléctrica, nem casa de banho; quando, em vez disso, tinhamos um céu majestoso que olhavamos em extâse antes de ir dormir, e um poço de onde se puxava a água a balde, à porta da cozinha, para lavar. A água para beber, lembro-me bem, íamos buscar ao poço novo. A minha avó trazia a infusa equilibrada na cabeça e eu admirava-a ainda mais por isso.Atrás das casas, na horta, cresciam cravos e ervas de cheiro, favas e alfaces. Haviam pereiras e laranjeiras, e do tanque víamos o moinho ainda com velas, mas já esfarrapadas.
20 de maio de 2011
Maria José e o cavalinho
Mais uma foto de família, desta vez da prima Maria José, publicada no Alcoutim Livre e comentada pelo notável Sr. Varzeano.
Custódia Romana e Francisca
Faz em Agosto 100 anos, que morreram afogadas, mãe e filha, na Ribeira do Chança. Foi no dia 31 de Agosto de 1911, às 2 da tarde. Primeiro a Francisca, de 17 anos, e depois, na tentativa de salvar a filha, a Custódia, de 45. O Constâncio tinha então 11 anos, e ficou orfão também de mãe, tendo o pai falecido 2 anos antes.
21 de março de 2011
A cadeia de Vila Real de Santo António
Afinal a cadeia de Vila Real de Santo António sempre existiu! Situava-se nos Paços do Concelho e há mais de 40 anos que fechou. Resta-me desvendar onde se encontram os registos.
16 de março de 2011
Procura-se
Constâncio Costa, filho do 2º casamento da minha trisavó Custódia Romana.Este senhor tem uma misteriosa história que gostaria de descobrir.
Disseram-me que foi para Espanha, por altura da Guerra Civil Espanhola, e que nunca mais voltou. Diz-se que o atiraram ao mar como fizeram a muitos prisioneiros nessa altura.
Antes de "fugir" para Espanha, terá estado preso na Cadeia de Vila Real de Santo António. Não sei porque crime, e a própria existência dessa cadeia está envolta em brumas densas.
Alguém tem mais pistas para a história deste parente?
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